Por isso é que olho para a menina que ainda acreditava em para-sempre e nunca-mais, e sinto até saudade. Ela ficou no castelinho de bonecas e acabou desaparecendo para dar lugar a essa outra, cheia de exigências e determinação para não repetir alguns erros, com cicatrizes por dentro e por fora, tendo canalizado a vontade infinita de cuidar de alguém numa direção bacana e admitindo que o único relacionamento longo que consegue manter é o que nunca começou, e por isso mesmo, nunca termina!
