'Eu te amo' é a maior promessa que uma pessoa pode fazer no mundo. Se confundir em relação a isso não é tão simples quanto marcar um encontro e não ir, ou dizer que vai fazer algo e não fazer. Descumprir um 'eu te amo' é como ter a vida inteira de alguém dentro de uma caixa e deixar aquilo cair de uma altura grande o bastante para tudo se quebrar. Eu penso nisso o tempo todo. Eu penso que não é algo que eu possa voltar atrás se não tiver certeza. Não é algo que eu possa pedir pra ser levado na brincadeira. Não é algo que possa ser dito e achar que nada mudou depois. Eu aprendi a fazer promessas apenas quando tivesse a certeza de que poderia cumprí-las, só que têm coisas que não dependem inteiramente de uma só pessoa. Como quando você promete que um relacionamento vai dar certo, mas não pode simplesmente fazer tudo funcionar...
"Eu quero viver na sua memória. Qualquer coisa que eu fizer, mesmo que completamente equivocada, tem apenas esse objetivo. Eu já caminhei bastante, já vivi algumas coisas, já conheci umas pessoas. Nenhum lugar, nenhum, me deixou mais plena do que dentro das lembranças que você tem de mim. E eu sei que quando você começar a esquecer alguns detalhes, sua imaginação vai ajudar." Um dia, mais um dia, aquele dia, todo dia...
Sou de virgem... e só de imaginar me dá vertigem!
29 abril 2011
23 abril 2011
SAUDADE!
"Enquanto isso eu fico aqui, dando um jeito nessa saudade, tentando diminuir o buraco que ficou aqui dentro para que eu mesma não acabe caindo nele..."
Tetê... difícil escrever estas palavras e ficar aqui torcendo para que daí, deste plano onde hoje resides, consigas visualizar todo o carinho que tenho guardado aqui dentro...
ainda não me caiu a ficha, sabe? continuo a espera daquele café que ficou marcado para mais tarde, daquela conversa onde me contarias as "novidades", daquela nossa madrugada de conversas onde tão bem nos entendíamos... hoje minha amiga, sei o que é DOR no sentido mais absoluto da palavra e por mais que eu não queira, me pego às vezes brigando com o "carinha lá de cima"... pôxa! ele sabia que eras meu porto seguro, sabia que eu preciso de ti, tanto quanto um filho precisa do embalo materno...
restou-nos as lembranças!
lembranças de tantos sorrisos,
de tantos conselhos,
de tantas conversas,
de tantas gargalhadas...
lembranças de uma amizade que ficou gravada no tempo,
no carinho,
no choro,
nas palavras...
lembrança de um sentimento sincero,
profundo,
verdadeiro,
raro...
sento ainda na porta da minha casa, esperando pelo momento em que vais chegar no meu portão e dizer cheia de carinho: "oi meu coração"!
e ali, permaneço por horas...
sei, sei que estas palavras não chegarão através do som, mas sei também que de alguma forma elas virão...
virão por conta desse amor que tínhamos uma pela outra. Tão difícil de ser compreendido e por isso mesmo tão verdadeiro...
Vai minha amiga, vai tocar piano com meu filhotinho aí noutro plano!
que aqui, eu permaneço a cantar as nossas músicas, para que nunca, nunca te sintas sozinha...
leva contigo todo o meu amor!
até a próxima Tetê!!!
19 abril 2011
Tonico Bastos!!
Um dia, numa esquina qualquer, numa dessas minhas "andanças" por aí (até parece!), encontrei um ser especial, desses que podemos chamar de um ser completo: com corpo, alma e coração...
uma pessoa que pouco permaneceu na minha vida (física), mas que se encontra até hoje em meu coração.
Luiz Antonio Garcia Bastos, Tio Totonho, Tonico Bastos, foi (é) um ser encantado e encantador.
Um dia, ele surgiu de repente, me falando sobre um tal de amor, um amor que ele sabia que não poderia ser para esta encarnação (como ele mesmo dizia), mas que transcenderia todo e qualquer tempo...
um amor que ele comparava aos dois braços que possuía, já que um deles era um pouco mais fino que o outro, e assim ele dizia que era o amor de nós dois: o meu era o braço mais fino (rsrsrs saudade!) o dele era o braço mais forte!
Um dia, ele partiu de repente... deixou essa vida, deixou essa esfera, deixou esse palno...
deixou muita gente triste, deixou muita saudade...
Deixou-me estas palavras:
uma pessoa que pouco permaneceu na minha vida (física), mas que se encontra até hoje em meu coração.
Luiz Antonio Garcia Bastos, Tio Totonho, Tonico Bastos, foi (é) um ser encantado e encantador.
Um dia, ele surgiu de repente, me falando sobre um tal de amor, um amor que ele sabia que não poderia ser para esta encarnação (como ele mesmo dizia), mas que transcenderia todo e qualquer tempo...
um amor que ele comparava aos dois braços que possuía, já que um deles era um pouco mais fino que o outro, e assim ele dizia que era o amor de nós dois: o meu era o braço mais fino (rsrsrs saudade!) o dele era o braço mais forte!
Um dia, ele partiu de repente... deixou essa vida, deixou essa esfera, deixou esse palno...
deixou muita gente triste, deixou muita saudade...
Deixou-me estas palavras:
O brilho que ilumina as Anas,
se junta de luz
prá se fazer
LUCIANA
Por essa tua meiguice, por tua meninice
fui me perder,
e agora o que faço?
me entrego a este cansaço
para em teu colo adormecer...
adormecer pedindo abrigo,
abraçando-te como amigo
e deixar a vida vagar...
vagar pelos sóis, pelas ruas
e meu corpo de forma crua
se despe a solidão...
Um dia quando a vida vagar
transcender sua existência
te espero na próxima querência
envolto de todos matizes
para assim, juntos,
poder sermos
FELIZES!
Te amo prendinha!
Tonico Bastos.
É por essas e outras, que a minha saudade faz lembrar de tudo outra vez...
15 abril 2011
Parabéns MINHA AMIGA!!!!
Lelê,
Todo ano, no teu aniversário eu celebro tua existência. E para escrever pra você só em pensar no que temos, fico toda emocionada. E sempre tenho a mesma sensação: de que a poesia que há em mim não é suficiente para alcançar a poesia que é você. Que o que consigo falar sobre o amor não se aproxima do Amor Absoluto que eterniza esse nosso encontro. Porque a nossa história é intensa e mágica, de sentimentos superlativos. E o nosso abraço é maiúsculo. Você certamente é um dos melhores parágrafos da minha existência... E atravessou todos os meus capítulos pra protagonizar meu cotidiano. Esse afeto desmesurado, nossa troca preciosa, a forma como me aceita sem querer mudar uma vírgula em mim, esse amor que você me dá, que me dá do jeito mais convencional à maneira mais inusitada, o jeito inteiro com que me nutre, a família inteira que veio junto, e eu sendo a trilha sonora do seu romance mais definitivo (?).
Você é certamente o grande amor da minha vida, o amor que me transforma,fortalece e acalma.Você é minha alegria mais genuína. Meu colo de paz. O toque da renovação. A consoladora dos meus lutos, a melhor divulgadora da beleza que você me deu... Você é meu referencial de amizade mais saudável: sem cobranças, sem expectativas irreais, com entrega, torcida, parceria, presença e leveza. Nunca vou deixar de repetir que o meu processo de evolução está atrelado ao que preciso me melhorar para continuar merecendo tê-la, de mãos dadas, nessa estrada infinita. Nunca vou me cansar de repetir que só em saber que habitamos o mesmo planeta sinto que o mundo é mais bonito. E pra falar sobre você, minha pequena, Minha Lua Particular, eu preciso entrar num profundo silêncio até que o meu coração pulse nas minhas palavras, até que o coração das palavras pulse dentro de mim, até que tudo esteja contagiado pelo amor mais genuíno e Uno com o Universo. Tudo em nós é esse encontro; do primeiro passo à dança mais completa.
E qualquer coisa que eu escreva vai ficar pequenininho diante do teu tamanho, do teu valor, da tua beleza, e desse amor que não cabe na palavra. Porque tudo entre nós é transcendência e a continuação de uma relação que vem de lá, desde muitas e muitas outras existências.
Nós sabemos o que temos. E celebramos esse amor que nos parece óbvio, mas que ainda é tão raro!
Eu te amo para sempre e desde sempre. E o que aprendo com você é meu presente diário.
Obrigada por toda a reciprocidade. Obrigada por ensolarar meu coração.
14 abril 2011
Dizem que vim de dentro da barriga de minha mãe.
Mas às vezes acho que vim das estrelas, que sou pó de diamante, de alguma explosão lá no espaço sideral. Um pó de estrelas. Meus pedaços, reunidos entre si, representam apenas partes de um todo muito maior, repleto de energia e que, definitivamente, não é deste planeta.
Dizem que vim de dentro de meu pai, mas acho que vim de um vulcão. Em minhas veias corre magma, de meus olhos brota fogo, meu espírito sempre em constante atividade pulsa em puro abalo sísmico.
Dizem que sou fruto de um amor; às vezes penso que sou produto de um delírio. Talvez eu seja apenas a alucinação de um doido lunático, sou sua amiga imaginária que ingenuamente acha que existe, e o enche de perguntas.
Dizem que sou feita de carne e ossos, mas sinto que sou feita de areia – sou resultado de algo em erosão, desmonto e me transformo tão logo venha a maré, faço parte do fundo mar, vôo com qualquer brisa que sopre. Sou leve, densa, cheia de vida.
Dizem que não vivo sem ar – eu digo que sou o próprio ar e suas partículas em suspensão. Sou um tornado que gira, cresce, ganha força e destrói tudo que é frágil, tudo o que estiver despreparado pra ter suas raízes arrancadas por um furor natural. Destruo o que for leve e sem alicerces, não deixo intacto nada que não tenha um mínimo de sustentação.
Fecho meus olhos e vejo as estrelas, girando em volta de mim como satélites em órbita. Sou apenas parte de uma coisa muito maior. Talvez apenas uma bolinha de pêlos numa blusa de um gigante, que um dia a bota pra lavar, e vira minha vida de pernas pro ar.
Dizem que sou grande.
Eu digo que isso é relativo.
No fundo, sou apenas mais um pontinho, num quadro de pontilhismo, na obra de alguém por aí.
Um vulcão, um delírio, o vento. Um grão de areia, um solo em erosão.
Pó de estrelas...
Eu, em expansão.
Mas às vezes acho que vim das estrelas, que sou pó de diamante, de alguma explosão lá no espaço sideral. Um pó de estrelas. Meus pedaços, reunidos entre si, representam apenas partes de um todo muito maior, repleto de energia e que, definitivamente, não é deste planeta.
Dizem que vim de dentro de meu pai, mas acho que vim de um vulcão. Em minhas veias corre magma, de meus olhos brota fogo, meu espírito sempre em constante atividade pulsa em puro abalo sísmico.
Dizem que sou fruto de um amor; às vezes penso que sou produto de um delírio. Talvez eu seja apenas a alucinação de um doido lunático, sou sua amiga imaginária que ingenuamente acha que existe, e o enche de perguntas.
Dizem que sou feita de carne e ossos, mas sinto que sou feita de areia – sou resultado de algo em erosão, desmonto e me transformo tão logo venha a maré, faço parte do fundo mar, vôo com qualquer brisa que sopre. Sou leve, densa, cheia de vida.
Dizem que não vivo sem ar – eu digo que sou o próprio ar e suas partículas em suspensão. Sou um tornado que gira, cresce, ganha força e destrói tudo que é frágil, tudo o que estiver despreparado pra ter suas raízes arrancadas por um furor natural. Destruo o que for leve e sem alicerces, não deixo intacto nada que não tenha um mínimo de sustentação.
Fecho meus olhos e vejo as estrelas, girando em volta de mim como satélites em órbita. Sou apenas parte de uma coisa muito maior. Talvez apenas uma bolinha de pêlos numa blusa de um gigante, que um dia a bota pra lavar, e vira minha vida de pernas pro ar.
Dizem que sou grande.
Eu digo que isso é relativo.
No fundo, sou apenas mais um pontinho, num quadro de pontilhismo, na obra de alguém por aí.
Um vulcão, um delírio, o vento. Um grão de areia, um solo em erosão.
Pó de estrelas...
Eu, em expansão.
Uma amiga costuma me dizer que devemos respeitar nosso momento.
Então… Se está feliz, seja feliz…E se está triste, viva sua tristeza. Uma hora qualquer uma das duas passa…por isso há tempo para tudo nessa vida.
Hoje quero ser apenas eu. Não preciso me reconhecer no espelho, assim como não quero colorir meu rosto ou usar algo que tire meus pés do chão.
Eu, às vezes, preciso apenas existir sem que outras pessoas percebam...
02 abril 2011
Parabéns JUJUCA!
Hoje é teu aniversário pessoinha especial...
Algumas vezes na vida, você encontra uma amiga especial. Alguém que muda sua vida simplesmente por estar nela. Alguém que te faz rir até você não poder mais parar. Alguém que faz você acreditar que realmente tem algo bom no mundo. Alguém que te convence que lá tem uma porta destrancada só esperando você abri-la. Isso é uma amizade pra sempre. Quando você está pra baixo e o mundo parece escuro e vazio, sua amiga pra sempre te põe pra cima e faz com que o mundo escuro e vazio fique bem claro. Sua amiga pra sempre te ajuda nas horas difíceis, tristes e confusas. Se você se virar e começar a caminhar, sua amiga pra sempre te segue. Se você perder seu caminho, ela te guia e te põe no caminho certo. Sua amiga pra sempre segura sua mão e diz que vai ficar tudo bem. Sua amiga é pra sempre, e pra sempre não tem fim...
Parabéns por hoje amor meu e muito, muito obrigada por fazeres parte da minha vida!!!!
01 abril 2011
Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias. Bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce, e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira – quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar ao telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão.
Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei...
Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei...
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