Quem acredita nessa coisa de que nada dura pra sempre, não conheceu a estabilidade perturbadora do caos...
"Eu quero viver na sua memória. Qualquer coisa que eu fizer, mesmo que completamente equivocada, tem apenas esse objetivo. Eu já caminhei bastante, já vivi algumas coisas, já conheci umas pessoas. Nenhum lugar, nenhum, me deixou mais plena do que dentro das lembranças que você tem de mim. E eu sei que quando você começar a esquecer alguns detalhes, sua imaginação vai ajudar." Um dia, mais um dia, aquele dia, todo dia...
Sou de virgem... e só de imaginar me dá vertigem!
31 agosto 2011
26 agosto 2011
25 agosto 2011
Sou uma otimista de carteirinha!
Pode colocar aí no meu CPF: Caminho Para Felicidade...
Eu ando em busca daquilo que me acrescenta. As deficiências de todo o dia já são suficientes, não preciso dar minha dose de colaboração. Se for pra contribuir, que seja então para tirar o peso dos passos e dar leveza ao olhar. A inquietação faz parte, mas é a confiança que impulsiona.
Quando a gente menos espera, é aí que as coisas acontecem!
Pode colocar aí no meu CPF: Caminho Para Felicidade...
Eu ando em busca daquilo que me acrescenta. As deficiências de todo o dia já são suficientes, não preciso dar minha dose de colaboração. Se for pra contribuir, que seja então para tirar o peso dos passos e dar leveza ao olhar. A inquietação faz parte, mas é a confiança que impulsiona.
Quando a gente menos espera, é aí que as coisas acontecem!
22 agosto 2011
Disforme. Nublado. Nem doce, nem salgado, nem agridoce, nem sem gosto. Não chega a ser amargo ou azedo. É um gosto diferente de tudo. Muito conforto pro corpo pode ser desconfortável pra alma. Os opostos se distraem e quando as diferenças gritam, estranham. A gente se engana tanto. Seria tão bom se a gente pudesse viver só de vontade. Se as vontades largassem o mundo abstrato e aparecessem em forma de realidade. Muita ferida para pouco sopro. Os dias azuis se transformaram em cinzas numa velocidade impressionante. A gente nasce decorando o hino que tristeza não tem fim e felicidade sim. O jeito é acostumar-se? Estou ficando craque em equívocos. E se toda consequência tem causa, algumas causas são bem complicadas de desvendar. Muito ruim os dias em que não se pode combater o marasmo com maresia. Sempre podia ser pior. Sempre há gente em condições mais duras. Mas como conseguir transformar esse tipo de informação em consolo? Ah, tenho tanto para aprender. Ando cheia de vazio. Anda sobrando saudade. Acho que a gente deveria ter mais chances de reparar os erros ou de saber o resultado de cada um dos caminhos que se abrem à nossa frente em alguns momentos. Vivo me oferecendo pra ser ajudante de Deus. Tenho muitas sugestões pra melhorar o mundo. Mas se Ele der uma forcinha aqui pra melhorar meu pequeno mundo já me dou por satisfeita, sozinha é muito difícil. Merecer é um verbo que eu não entendo a conjugação.
19 agosto 2011
Marina, João e Filipe!
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo"
17 agosto 2011
Não sei, decididamente não sei o que está acontecendo comigo hoje... só sei que sinto um aperto no peito, uma vontade de deitar minha cabeça no colo de alguém e não dizer uma única palavra, apenas chorar...
chorar todas as lágrimas contidas, todas as dores que estão presas aqui dentro, todas as dúvidas, todas as certezas que me fazem tanto mal.
Vontade de ser eu mesma, a Luciana, sem pontos, sem vírgulas, sem aspas...
Vontade de não ser a profissional de todos os dias, a amiga conselheira de todas as horas, a mãe de todos os minutos. Vontade de ter um tempo só prá mim, de me olhar no espelho e me reconhecer outra vez... Onde será que eu fui parar? Cadê aquela Luciana de riso largo e espontâneo? cadê a Luciana que trazia uma flor no peito, um brilho nos olhos e sonhos na bagagem?
Onde foi que eu me perdi?
Em qual pedra do caminho eu tropecei e esqueci de juntar meus pedaços?
É, eu tô estranha...tão estranha a ponto de não saber mais quem sou...
Preciso de um colo, mas não o quero.
Preciso de um abraço, mas não o busco.
Preciso dos amigos e não os encontro...
Preciso mesmo do sorriso sincero da minha mãe, que hoje só encontro em meus pensamentos.
Preciso daquele verde dos olhos dela, me olhando e sem dizer uma palavra me fazendo entender tudo: "filha, vai ficar tudo bem".
Não consigo controlar essa angústia, sinto o choro preso na garganta.
Tô mal... é isso aí: EU TÔ MAL!
E de que me adianta gritar? quem vai me ouvir? Nem eu mesma me escuto...
Quantas contradições sufocadas aqui. Quanta vontade de desaparecer do mapa, sumir do mundinho de meu Deus... Não, eu não estou amarga. Triste apenas.
Eu preciso urgentemente de mim. Alguém me devolve por favor?
Palavras desencontradas, sentimentos perdidos, pensamentos confusos... que CAOS eu me tornei!
Parece um drama? Não é, acredite... é apenas uma maneira de "cuspir", jogar fora o que está preso aqui dentro.
Tem um nó, bem aqui, na minha garganta... um nó que não me deixa engolir VIDA, um nó que não me deixa digerir o que é bom... um nó que está travando o que quer passar...
Sim, preciso me encontrar... Preciso de um encontro casual com a Luciana que eu era... preciso que ela conheça essa outra que me tornei.
Tô cansada de fingir o tempo inteiro que está tudo bem. Tô cansada dessa intrusa que invadiu o meu corpo e se diz EU. Tô cansada de ser quem eu não sou...
Me quero de volta e me quero com urgência... antes que seja tarde demais!
Você sabe como faço para me encontrar????
chorar todas as lágrimas contidas, todas as dores que estão presas aqui dentro, todas as dúvidas, todas as certezas que me fazem tanto mal.
Vontade de ser eu mesma, a Luciana, sem pontos, sem vírgulas, sem aspas...
Vontade de não ser a profissional de todos os dias, a amiga conselheira de todas as horas, a mãe de todos os minutos. Vontade de ter um tempo só prá mim, de me olhar no espelho e me reconhecer outra vez... Onde será que eu fui parar? Cadê aquela Luciana de riso largo e espontâneo? cadê a Luciana que trazia uma flor no peito, um brilho nos olhos e sonhos na bagagem?
Onde foi que eu me perdi?
Em qual pedra do caminho eu tropecei e esqueci de juntar meus pedaços?
É, eu tô estranha...tão estranha a ponto de não saber mais quem sou...
Preciso de um colo, mas não o quero.
Preciso de um abraço, mas não o busco.
Preciso dos amigos e não os encontro...
Preciso mesmo do sorriso sincero da minha mãe, que hoje só encontro em meus pensamentos.
Preciso daquele verde dos olhos dela, me olhando e sem dizer uma palavra me fazendo entender tudo: "filha, vai ficar tudo bem".
Não consigo controlar essa angústia, sinto o choro preso na garganta.
Tô mal... é isso aí: EU TÔ MAL!
E de que me adianta gritar? quem vai me ouvir? Nem eu mesma me escuto...
Quantas contradições sufocadas aqui. Quanta vontade de desaparecer do mapa, sumir do mundinho de meu Deus... Não, eu não estou amarga. Triste apenas.
Eu preciso urgentemente de mim. Alguém me devolve por favor?
Palavras desencontradas, sentimentos perdidos, pensamentos confusos... que CAOS eu me tornei!
Parece um drama? Não é, acredite... é apenas uma maneira de "cuspir", jogar fora o que está preso aqui dentro.
Tem um nó, bem aqui, na minha garganta... um nó que não me deixa engolir VIDA, um nó que não me deixa digerir o que é bom... um nó que está travando o que quer passar...
Sim, preciso me encontrar... Preciso de um encontro casual com a Luciana que eu era... preciso que ela conheça essa outra que me tornei.
Tô cansada de fingir o tempo inteiro que está tudo bem. Tô cansada dessa intrusa que invadiu o meu corpo e se diz EU. Tô cansada de ser quem eu não sou...
Me quero de volta e me quero com urgência... antes que seja tarde demais!
Você sabe como faço para me encontrar????
Meu corpo inteiro dói, acordei num mal humor daqueles, tudo perdeu um pouco o sentido e não, não é TPM. Eu só tenho vontade de dormir... Quero alguém que me faça um chá bem forte, não olhe pras minhas unhas mal-pintadas, alguém que decida que está na hora de eu comer alguma coisa com mais vitaminas que meio filé de peito de frango com salada, alguém que me cubra com o edredon, que me faça cafuné, que me abrace com carinho e que ainda me diga que eu fico linda apesar das olheiras fundas.
Já sei. Não é de um namorado que estou precisando...
Acho que eu quero a minha mãe.
Já sei. Não é de um namorado que estou precisando...
Acho que eu quero a minha mãe.
Saudade dói, dói demais...
15 agosto 2011
12 agosto 2011
09 agosto 2011
Juras eternas e fatigadas. Precipício de certezas. Sonhos diurnos de vontade infundadas. Laço aberto. Nó desfeito. Peito largo. Coração miúdo.
Quem me trará a condição exata de viver entre sóbrios sacrifícios, relampejados nas autocobranças de me ter inteira?
Hoje me quero em partes, sem essa necessidade de desvencilhar os meus mistérios, de tecelar responsabilidades cotidianas que mostram o quanto a vida adulta é desgastante.
Quero o silêncio das estrelas bem dentro de mim, para que tudo brilhe, sem me ofuscar de confusão e incertezas. Paixão é solidão desmontada, quebra-cabeça sem encaixe, a última peça foi pra fora da caixa ainda antes de ser fabricada.
Estar vazia, leve, sem ter o que pensar, habitada por lacunas, em reticências. Chega de pontos finais!
Pequenas palavras escondidas nas entraves da minha alma pra recompor as minhas forças. Tons claros e música.
Quero selecionar meus diamantes internos, ausentar-me dos planos pelo menos por um dia, fugir da ebulição dos meus pensamentos, sentar numa redoma de flores onde tudo me possa exalar amor.
Algumas horas de descanso de mim mesma, com aminésia para um Eu despedaçado em fatos e esgotado em emoção.
04 agosto 2011
A vida é...
Os dias de riso e as noites de choro intenso.
As horas de claridade. E as horas de breu.
A presença. A ausência demasiado prolongada.
A palavra dita. E o silêncio.
O entusiasmo do momento de alegria. O desespero que o momento passado nos causa.
O minuto de certeza absoluta. A absoluta certeza de que nada é certo.
A frase que se constrói com dedicação e amor. O ponto que se torna final.
A chegada de alguém, a sua partida, o seu regresso. E o medo que se vá para sempre.
A palavra dita na altura certa. O peso das palavras nunca pronunciadas.
O que queremos fazer e não fazemos. O que fazemos e não podíamos fazer.
A experiência que mata a fome. A fome que não se pode saciar.
A alma leve. As dores que fazem a alma pesar.
O amor bem resolvido. Os amores que não se resolvem.
...um carrossel que nos fascina e nos assusta o tempo todo...
As horas de claridade. E as horas de breu.
A presença. A ausência demasiado prolongada.
A palavra dita. E o silêncio.
O entusiasmo do momento de alegria. O desespero que o momento passado nos causa.
O minuto de certeza absoluta. A absoluta certeza de que nada é certo.
A frase que se constrói com dedicação e amor. O ponto que se torna final.
A chegada de alguém, a sua partida, o seu regresso. E o medo que se vá para sempre.
A palavra dita na altura certa. O peso das palavras nunca pronunciadas.
O que queremos fazer e não fazemos. O que fazemos e não podíamos fazer.
A experiência que mata a fome. A fome que não se pode saciar.
A alma leve. As dores que fazem a alma pesar.
O amor bem resolvido. Os amores que não se resolvem.
...um carrossel que nos fascina e nos assusta o tempo todo...









"Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar"
O anjo mais velho - Teatro Mágico
O tempo passa, as coisas acontecem, mudam e eu continuo aqui. Cheia de palavras a dizer, tantas palavras já ditas, tantas outras escritas e guardadas. Totalmente perdida sem saber o que fazer com elas, como organizá-las em mim, como organizar você nelas.
As músicas ajudam, as músicas machucam, depende do dia, depende da sua ausência, da sua presença. As palavras chegam e pronto: as lágrimas seguem o mesmo caminho. Uma é consequência da outra, até mesmo na ordem contrária, choro e palavras. Palavras e choro.
E eu só queria dizer, só queria escrever, só queria não guardar mais: I meant every word...
03 agosto 2011
Eu sempre andei recolhendo os percalços alheios, numa tentativa quase que impossível de dar fim ao que fosse que estivesse fazendo mal pra quem eu gosto. Durante um tempo carreguei responsabilidades, grandes até, pegava as dores, enfiava na minha mochila de carga, e só... Só continuava. Tempo depois, perdi pessoas importantes, uma perda atrás da outra, botei gente grande no colo e deixei chorar, e as dores alheias eu ia depositando na tal mochila de carga. Já vi muitos amigos sofrendo, e o que eu fazia? Pegava aquelas dores, e simplesmente enfiava na minha mochila de carga. Altruísmo demais? Talvez... Quando dei por mim, minha mochila de carga estava cheia... E agora? E os meus problemas, onde eu enfiaria? Não tinha nenhuma mochila de carga alheia que agüentasse tudo o que eu tinha pra depositar. É por isso que eu escrevo. Porque cada tiquinho de tranqüilidade que eu dou a alguém, é um pouquinho da tranqüilidade que eu nunca tive...
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