"Eu quero viver na sua memória. Qualquer coisa que eu fizer, mesmo que completamente equivocada, tem apenas esse objetivo. Eu já caminhei bastante, já vivi algumas coisas, já conheci umas pessoas. Nenhum lugar, nenhum, me deixou mais plena do que dentro das lembranças que você tem de mim. E eu sei que quando você começar a esquecer alguns detalhes, sua imaginação vai ajudar." Um dia, mais um dia, aquele dia, todo dia...
Sou de virgem... e só de imaginar me dá vertigem!
25 março 2011
Pois é, você foi...
Luciana Pestana, desde a primeira vez que te vi, tamanha foi a vontade de te criticar que resolvi me aproximar para me opor a tudo o que fazes...
não sabia eu, que tudo o que eu mais detesto nas atitudes de uma mulher tu possuías.
Fui surpreendido então, pela vontade de mostrar-te o caminho certo. Fracassei. E agora me adapto ao teu jeito de ser. Porquê? não sei. Ou até sei.
É porque eu gosto de ti. E toda a vez que eu acho a mulher ideal, eu desgosto.
E o fato de gostar de ti, é porque ao mesmo tempo te detesto.
Do cara que tá perdido, sem chances de retorno.
Luciano Brayer.
"TE AMAR ESTÁ ESTÁ PERTO QUE JÁ POSSO ATÉ VISUALIZAR,
TE ODIAR ESTÁ TÃO PRÓXIMO, QUE JÁ POSSO ATÉ TOCAR..."
E eu só tinha 15 anos quando você me escreveu isso...
de vez em quando bate uma saudade!!!!
não sabia eu, que tudo o que eu mais detesto nas atitudes de uma mulher tu possuías.
Fui surpreendido então, pela vontade de mostrar-te o caminho certo. Fracassei. E agora me adapto ao teu jeito de ser. Porquê? não sei. Ou até sei.
É porque eu gosto de ti. E toda a vez que eu acho a mulher ideal, eu desgosto.
E o fato de gostar de ti, é porque ao mesmo tempo te detesto.
Do cara que tá perdido, sem chances de retorno.
Luciano Brayer.
"TE AMAR ESTÁ ESTÁ PERTO QUE JÁ POSSO ATÉ VISUALIZAR,
TE ODIAR ESTÁ TÃO PRÓXIMO, QUE JÁ POSSO ATÉ TOCAR..."
E eu só tinha 15 anos quando você me escreveu isso...
de vez em quando bate uma saudade!!!!
24 março 2011
Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca
A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.
A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.
Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.
Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.
A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,
que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as idéias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.
O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho.
A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.
A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.
Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.
Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.
A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,
que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as idéias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.
O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho.
E, de repente, também passa.
Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.
Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.
Ah! eu queria.
" Tem noites em que o sono não vem, me reviro na cama deixando que me invadam os piores prognósticos: não sobreviverei ao dia de amanhã, não terei como pagar as contas, quem me cuidará quando eu for velha, o que faço com aquela camiseta tenebrosa que comprei, não posso esquecer de telefonar, de dizer, de avisar, e o escuro do quarto pesa sobre minha insensatez, até que o dia amanheça e me traga de volta a lucidez"
16 março 2011
FELIZ ANIVERSÁRIO MEU ANJO AMADO!
Filho amado... a saudade cresce a cada dia!
hoje completas 17 anos, e eu só posso desejar com todo o amor que existe em meu coração que a tua festa aí num outro plano, seja tão linda quanto as 16 festas que pude fazer prá ti, enquanto aqui estavas...
que os abraços que estás recebendo sejam tão cheios de amor, quanto todos os abraços que pude te dar;
que os beijos sejam recheados de carinho, como todos aqueles que te dei, quando os relógios marcavam exatamente meia-noite do dia 15 para o dia 16...
ah filho! como me doeu a noite passada, meia-noite em ponto fiz uma oração linda prá ti e tenho certeza que a recebestes e que pudesses sentir o quanto ainda vives em mim, todos os dias, todos os momentos...
a saudade dilacera, dói, maltrata meu coração... mas me mantenho firme, como sei que gostas que eu esteja sempre: em pé!
O dia amanheceu diferente hoje, o sol não tinha o mesmo brilho... não pude sair e te comprar um presente, não pude te abraçar antes de ir para o trabalho... não pude voltar prá casa o mais rápido possível para que o nosso almoço fosse especial...
me mantenho conectada a ti, através de forças talvez ocultas para muitos, mas que só nós entendemos muito bem... me mantenho conectada pela força do pensamento e de um amor que sei, será eterno...
é difícil conter as lágrimas neste momento... teu lugar à mesa, ficou vazio, assim como vazio ficou meu dia, meu sorriso.
penso tanto em nós dois meu amor, que acho que às vezes chegas a enjoar de mim... choro sim filho, choro baixinho, choro alto, lavando a alma de toda a dor de não poder te ter ao meu lado!
choro por cada momento que não vivemos e choro relembrando todos aqueles momentos em que fui feliz ao teu lado.
Ainda é complicado prá mim tentar entender nossa separação...
Dói todos os dias... mas hoje é um dia diferente, dói de uma maneira diferente.
Hoje meu amor, é teu aniversário! e eu queria muito, do fundo do meu coração, passar esse dia coladinha em ti... te abraçando como sempre, te beijando como sempre, te dando todo o meu amor que não era pouco...
me conforta saber que estás bem, que por mérito teu, tua festa neste outro plano, será realmente tão linda e tão especial quanto foram as nossas.
Mas o que fazer com essa saudade anjo amado?
Meu filhote, relembro sempre nossas brincadeiras, teu sorriso, o jeitinho meigo como me chamavas...
Ontem chorei de saudade, chorei de dor, chorei de amor...
Hoje, te abraço bem forte, bem apertado, para ter a certeza de nunca mais me desgrudar de ti...
Feliz Aniversário meu velho!
Feliz Aniversário meu filho!
receba esta foto com teus irmão, como forma de presente...aquele que hoje, eu não pude comprar...
te amo tanto, e sempre, e sempre, e sempre...
PARABÉNS JOÃO VICTOR!!!
03 março 2011
Para alguém especial que chega, invade e fim!!!
Jurei que não escreveria frases dúbias, deixo o recado perdido nas entrelinhas. Não cito essas revelações - as deixo reservadas para silêncio em céu azul, onde o corpo conta mais que a fala e os gestos se completam, feitos velhos e bons dançarinos clássicos. Sin-cro-nia. E me calo. Acrescento um ponto final, mas sem antes dizer - como se você não soubesse -que gosto do gosto das estrelas na ponta da lingua e do sorriso que escapa quando as sensações fogem do controle. Recomeço. E, apesar de, te revelo que isso é "detalhe", um bônus extra da tua companhia próxima.
Digo que gosto de. E, depois do ponto, caberiam muitas frases, muitos segredos - meus - e algumas das muitas cumplicidades. Conto que gosto da companhia e ponto. Sem esperar demais, nem desesperar também. Apenas o sentir-se bem com a proximidade, com as palavras doces que vem no vento, com a risada que flui quase sempre e com os olhos que sorriem e revelam e se escondem. Gosto do mistério que tu carregas em cada frase não lida, em cada lágrima engolida, em cada silêncio que te foge do controle, e confesso que não tento adivinhar aquilo que tu escondes, pois se assim preferes, é talvez porque assim, seja o melhor para o momento. Já me contastes tanto de vida que, penso, sei aquilo que devo saber e saberei se assim você quiser. E descobri, posso lidar com isso. Revelações e segredos. E eu.
Assim, te levo comigo enquanto puder te carregar. Te levo pelos cantos, por me fazer bem te ter em letras, linhas e ladainhas. Levo nas músicas que ouvia e nas que passei a ouvir. Levo naquilo que te lembra, seja num pôr-do-sol que virou poema, numa taça de vinho que bebo sozinha, numa barra de chocolate que me oferecem ao acaso, na música que começa a tocar e naquela, doce e chata, que não sai da minha cabeça. Levo no sorriso no canto dos lábios, no gosto da pipoca, no filme que ainda não vi, mas que verei com você. Levo nos desafios vencidos, no algodão-doce-nuvem, na sensação de equilíbrio, na vogal pouca. Te levo comigo, enquanto puder te levar...
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