Vá para onde eu possa te buscar... Vá para o lado claro da rua sem saída. A porta de entrada do descaso é tão longa, lá tem um breu oco de tempestade noturna.
Carrega tuas frases compostas de urgências. Leva tua mochila lotada de amor e abra teu caderno com meu nome no meio da travessia para o desespero.
Estou te empurrando de volta para esse penhasco de idéias fixas. Maltrate esse desgosto. Use tua calma. Te proíbo de não me sentir por perto.
Existe teu cheiro aqui nos meus ombros estreitos. Tua fala mansa faz carinho em meus gritos mudos.
Tens um caminho largo para seguir. O caminho que tú me entregas, me desfaz. E agora, se te reencontro em pedaços?
É imenso esse meu apego por ti. É exausta essa minha irritação, é gélida e não me leva a você.
A noite me cala com uma bofetada. Deito cercada de livros jogados pela cama. Tua aparição é doce. A noite canta com doçura atráves de um sono longo de pedra. Eu me sinto quebrável, é de papel minha solidão e rasga.
É melhor te cercar em pensamento. Te tocar com a ponta dos dedos. Te fazer visível
Tô ocupando um espaço meu aqui, nesse teu beco de separação. Nunca pensei que pudesse ir assim tão solto. Levou um pedaço dessa minha alegria anestesiada de culpa. Tem tantas coisas que deixei ir com você.
Estou pedindo: vá, mas volte...
Você olhou para trás quando gritei teu nome, jogou um sorriso pro vento me trazer, beijou a noite fria e partiu sombrio.
E cada lágrima frenética é hoje aquilo que ainda não consigo falar. Esse dissabor engasgado em meu peito grita por ti. Estou indo meu bem, eu disse pra não andar tão longe. Estás no clarão dos meus olhos e te vejo inteiro.
Carrega tuas frases compostas de urgências. Leva tua mochila lotada de amor e abra teu caderno com meu nome no meio da travessia para o desespero.
Estou te empurrando de volta para esse penhasco de idéias fixas. Maltrate esse desgosto. Use tua calma. Te proíbo de não me sentir por perto.
Existe teu cheiro aqui nos meus ombros estreitos. Tua fala mansa faz carinho em meus gritos mudos.
Tens um caminho largo para seguir. O caminho que tú me entregas, me desfaz. E agora, se te reencontro em pedaços?
É imenso esse meu apego por ti. É exausta essa minha irritação, é gélida e não me leva a você.
A noite me cala com uma bofetada. Deito cercada de livros jogados pela cama. Tua aparição é doce. A noite canta com doçura atráves de um sono longo de pedra. Eu me sinto quebrável, é de papel minha solidão e rasga.
É melhor te cercar em pensamento. Te tocar com a ponta dos dedos. Te fazer visível
Tô ocupando um espaço meu aqui, nesse teu beco de separação. Nunca pensei que pudesse ir assim tão solto. Levou um pedaço dessa minha alegria anestesiada de culpa. Tem tantas coisas que deixei ir com você.
Estou pedindo: vá, mas volte...
Você olhou para trás quando gritei teu nome, jogou um sorriso pro vento me trazer, beijou a noite fria e partiu sombrio.
E cada lágrima frenética é hoje aquilo que ainda não consigo falar. Esse dissabor engasgado em meu peito grita por ti. Estou indo meu bem, eu disse pra não andar tão longe. Estás no clarão dos meus olhos e te vejo inteiro.
[mudou a minha vida e mais...
pedi ao vento prá trazer você prá mim.
Vento traz você de novo,
Vento faz do meu mundo,
um novo.
E voe por todo o mar, e volte aqui,
pro meu peito]
Trilha sonora perfeita para o dia de hoje!
de volta ao meu inferno astral.
