Sou de virgem... e só de imaginar me dá vertigem!



21 maio 2011


Tudo um pouco calado. Nem parece sábado - ou aquele semicírculo que eu imaginava ser
 a figura que ilustrasse o sábado quando era criança, sabe-se lá porquê.
 A propósito, o domingo era um triângulo. Queria muito entender isso. Mas como eu ia dizendo,
um mar de silêncio, um vazio - e pensando pelo lado positivo o vazio pode ser algo
esperando ser cheio. Qualquer coisa quieta esperando um toque especial, sabe?
 Talvez certa magia. E exige muito sossego. Respeito. Espero que venha.
 Que seja arrancado daqui de dentro com muita delicadeza para que a calma da vizinhança não seja perturbada - e nem sei d'onde surgiu essa vizinhança. Talvez esteja tudo certo.
Vezenquando é preciso sentir-se assim. Vezenquando é preciso que a gente se recolha e dê atenção aos pedidos lá de dentro. E talvez depois que alimentarmos este lá dentro
 estejamos realmente prontos para mostrarmo-nos lá fora. Penso assim.
Portanto, peço: que venha sereno o que tiver de vir ou apenas continue
calado o que tiver de silenciar.